No repasse manual, a clínica recebe tudo e depois transfere a parte de cada profissional; no split, cada um já recebe a sua parte no momento do pagamento. A diferença aparece no imposto, no prazo do profissional e no tempo gasto conferindo planilha.
Como fica o dia a dia em cada modelo?
No repasse manual, a recepção cobra, o financeiro junta os recebimentos do mês, desconta taxas, calcula a porcentagem de cada profissional e faz as transferências. Qualquer erro aparece só quando o profissional reclama.
No split, a recepção cobra do mesmo jeito e a divisão acontece sozinha. O financeiro passa a conferir exceções, não cada venda.
| Repasse manual | Split | |
|---|---|---|
| Quem recebe o dinheiro | A clínica, tudo | Cada um, a sua parte |
| Quando o profissional recebe | No fechamento do mês | No prazo do meio de pagamento |
| Notas fiscais | Clínica sobre o total + profissional para a clínica | Cada um sobre a sua parte |
| Onde mora o erro | Na planilha | Na regra cadastrada, uma vez |
O split é mais caro que o repasse?
O custo do meio de pagamento é parecido nos dois modelos: a taxa do cartão ou do Pix existe de qualquer jeito. O que muda é quem paga cada pedaço, e isso fica definido no contrato.
Na conta completa, o repasse manual costuma sair mais caro por causa do imposto sobre o valor que não é da clínica e das horas de conferência. O tamanho dessa diferença depende do regime de cada um; confirme com o contador.
Quando o repasse manual ainda faz sentido?
Em clínicas com um único profissional ou em casos raros, como um pagamento em dinheiro, o acerto manual continua existindo. A ideia não é proibir o repasse, e sim deixar que ele seja exceção.
Perguntas frequentes
Dá para migrar aos poucos?
O histórico do repasse manual se perde?
Termos deste artigo
Fontes
Conteúdo informativo, escrito pela equipe da SplitPay. Não substitui a orientação do seu contador ou advogado para o caso da sua clínica.
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