Para controlar os pagamentos de pacientes, cada atendimento precisa ter uma cobrança ligada a ele, com forma de pagamento, valor e profissional. No fim do dia, toda venda da maquininha e todo Pix devem bater com um atendimento, e o que sobrar é o que precisa ser investigado.
Por onde começar?
Pela regra mais simples: nenhum pagamento sem atendimento, nenhum atendimento sem pagamento registrado. Se a recepção cobra na maquininha sem dizer de qual atendimento é, o controle já nasce quebrado.
O segundo passo é ter uma forma de pagamento para cada caso: cartão, Pix, link e dinheiro, cada um registrado no próprio atendimento.
Como fechar o dia?
No fim do dia, a lista de atendimentos pagos tem que bater com as vendas da maquininha, os Pix recebidos e o dinheiro do caixa.
- venda sem atendimento: descobrir qual paciente foi;
- atendimento sem venda: confirmar se o paciente pagou;
- valor diferente: conferir desconto ou erro de digitação;
- dinheiro: contar o caixa e registrar quem levou.
Onde o split ajuda?
Com split, a cobrança já sai do atendimento, com o valor e o profissional certos. A venda e o atendimento ficam ligados desde o começo, e a conferência do fim do dia vira uma lista curta de exceções. O repasse ao profissional também deixa de ser uma conta separada, porque cada um já recebeu a sua parte.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva para fechar o dia?
E o paciente que paga depois?
Fontes
Conteúdo informativo, escrito pela equipe da SplitPay. Não substitui a orientação do seu contador ou advogado para o caso da sua clínica.
Quer ver a sua clínica dividindo assim?
Conte como vocês dividem hoje e a gente monta a regra com você.
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